Dizem que todo romance tem começo e fim. Se não quero acreditar na frieza de uma teoria de quem talvez nunca amou, não sei ao certo. Contudo, os números não mentem. Os números, sempre eles. Os números dizem o que não quero saber. Talvez por querer acreditar em algo mais subjetivo, mais interpretativo. Os números não permitem interpretações, viagens e miragens.
O números dizem, nos entrenúmeros: começo, meio e fim. E se é você, ou não, que vai caminhar comigo, não sei não. Quero um coração inquieto e corajoso. Capaz de determinar a linha do horizonte a partir do leito companheiro e amigo. Quero a imprecisão dos atos amorosos, porém, prazerosos e duradouros. Quero o romantismo moderno, suave e eterno. Quero ter uma mulher com o perfume de uma rosa preservando a defesa inexata de seus espinhos. Mas percebo nosso romance em seu último estágio: fim.
O números dizem, nos entrenúmeros: começo, meio e fim. E se é você, ou não, que vai caminhar comigo, não sei não. Quero um coração inquieto e corajoso. Capaz de determinar a linha do horizonte a partir do leito companheiro e amigo. Quero a imprecisão dos atos amorosos, porém, prazerosos e duradouros. Quero o romantismo moderno, suave e eterno. Quero ter uma mulher com o perfume de uma rosa preservando a defesa inexata de seus espinhos. Mas percebo nosso romance em seu último estágio: fim.

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